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Esclerose múltipla estável. É possível?

Já há algum tempo, o personagem Romero Romulo, da novela A Regra do Jogo, não tem manifestado sintomas da esclerose múltipla. Com exceção de raros desmaios, ele segue muito bem, obrigado! Com isso, surge uma pergunta: A esclerose múltipla é assim mesmo? Ela fica em silêncio, às vezes?

A maioria das pessoas que convivem com a esclerose múltipla enfrenta períodos de surtos e de remissões. O surto da esclerose múltipla normalmente surge sem avisar e pode durar mais de 24 horas.1 Já a remissão é um período em que o paciente não apresenta sintomas da doença, e é aqui que o silêncio prevalece e pode durar semanas, meses, ou, em alguns casos, anos. No entanto, isso não significa que a pessoa esteja ‘curada’ da esclerose múltipla.2

Na verdade, na remissão, o estado do paciente com esclerose múltipla geralmente mantém-se estável, sem deterioração, e esse padrão corresponde à maioria dos casos na fase inicial da doença. Cerca de metade das pessoas com a forma recorrente-remitente entra, com o passar do tempo, numa fase secundariamente progressiva, ou seja, um doente que tinha inicialmente a forma surto-remissão da doença começa a apresentar uma deterioração gradual da função neurológica. Isto pode ocorrer com ou sem surtos da esclerose múltipla.3

Multifacetada

Embora a esclerose múltipla tenha várias facetas e não seja possível saber quando um surto virá ou quanto tempo dura uma remissão, o importante é que, com o seu médico, trace o melhor tratamento. É essa adesão ao tratamento que protege o cérebro de novas lesões, contribuindo para a redução de todos os sintomas, como a atrofia cerebral e, em longo prazo, a redução da incapacidade.

Confira o post!

Sobre a Esclerose Múltipla

 

A doença é neurológica, autoimune e crônica – ou seja, as células de defesa do organismo atacam o próprio Sistema Nervoso Central, provocando lesões inflamatórias cerebrais e medulares4,5. Embora a causa da doença ainda seja desconhecida, a EM tem sido foco de muitos estudos no mundo todo, o que tem possibilitado uma constante e significativa evolução na qualidade de vida dos pacientes. Os pacientes são geralmente jovens, em especial mulheres de 20 a 40 anos6.

 

O diagnóstico é basicamente clínico e deve ser complementado por ressonância magnética. Os sintomas mais frequentes são fadiga, formigamento, perda de força, falta de equilíbrio, espasmos musculares, dores crônicas, depressão, problemas sexuais e incontinência urinária7 a 11.

 

Para saber mais, acesse: http://esclerosemultipla.novartis.com.br/

Disclaimer

Esta ação tem como objetivo exclusivo a disseminação de informações científicas sobre a esclerose múltipla de acordo com os temas publicamente levantados pela novela A Regra do Jogo. A Novartis não se responsabiliza por possíveis distorções no compartilhamento desses conteúdos.


Referências

1. Site MS Society UK. Disponível em https://www.mssociety.org.uk/what-is-ms/types-of-ms/relapsing-remitting-rrms . Último acesso em 21 de dezembro de 2015.
2.Site Healthline. Disponível em http://www.healthline.com/health/multiple-sclerosis/facts-you-should-know#Symptoms3. . Último acesso em 21 de dezembro de 2015.
3. Programa Harvard Medical School Portugal. Disponível emhttps://hmsportugal.wordpress.com/2011/12/02/esclerose-multipla/.. Último acesso em 21 de dezembro de 2015.

4. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmedhealth/PMH0001747/. Accessed March 2015.

5. http://www.nationalmssociety.org/Symptoms-Diagnosis/MS-Symptoms. Accessed March 2015.

6. http://emsp.org/multiple-sclerosis/ms-fact-sheet. Accessed March 2015.

7. http://www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/Scientific_guideline/2015/03/WC500185161.pdf. Accessed March 2015.

8. Filippi M et al. Association between pathological and MRI findings in multiple sclerosis. Lancet Neurol. 2012 Apr;11(4):349-60.

9. Kutzelnigg A et al. Cortical demyelination and diffuse white matter injury in multiple sclerosis. Brain. 2005 Nov;128(Pt 11):2705-12.

10. Sormani MP, Arnold DL & De Stefano N. Treatment effect on brain atrophy correlates with treatment effect on disability in multiple sclerosis. Ann Neurol. 2014 Jan;75(1):43-9.

119. Cohen JA et al.; for TRANSFORMS Study Group. Oral fingolimod or intramuscular interferon for relapsing multiple sclerosis. N Engl J Med. 2010;362(5):402-415.